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Seringueiros comemoram a alta no preço da borracha em São Paulo
O produtor recebe 63% a mais em relação a fevereiro do ano passado.
O crescimento da indústria automobilística é o principal fator da valorização.

Os agricultores que cultivam seringueira no noroeste de São Paulo comemoram o momento. O preço do látex, usado na produção de pneus, nunca esteve tão alto.

O agricultor Márcio Haddad cultiva seringueira há 30 anos. Ele já enfrentou momentos bons e ruins com a cultura. Hoje, com 40 mil pés na propriedade, está animado com o preço do látex, a matéria prima da borracha. “É um preço historicamente maior que eu me lembre. Sem dúvida, vem ajudar. É um momento em que melhora muito a rentabilidade do seringal”, disse.

O produtor recebe uma média de R$ 3,60 pelo quilo do coagulo. São 63% a mais do que em fevereiro do ano passado. O principal motivo da valorização está no crescimento da indústria automobilística. Noventa e cinco por cento da produção brasileira são destinados à fabricação de pneus.

Como o Brasil produz apenas 1/3 da borracha que consome, a matéria prima tem de ser importada de países da Ásia. Por isso, todo mercado é baseado nos preços internacionais, que atingem um nível recorde. A tonelada da borracha, que em fevereiro do ano passado valia cerca de três mil dólares, está cotada em cinco mil dólares, com um aumento de 67%.

“O momento e muito bom. A borracha vem numa crescente muito boa e tem atraído investidores individuais, grupos de investidores e profissionais liberais que pensam em diversificação e numa segurança financeira para o futuro”, explicou o agricultor Getúlio Ferreira.

O trabalho da extração do látex exige habilidade e técnica. “O sangrador começa a explorar a árvore numa altura média de 1,40 metro. Para iniciar a sangria, é preciso fazer a limpeza do painel e passar a faca numa profundidade de 1,0 centímetro para fazer o látex escorrer e cair na caneca. Metade do tronco é explorado. Depois, faz-se o balanceamento, passando para a outra metade até explorar do início até abaixo, numa base até 1,30 do solo ou até onde a coluna do sangrador deixar. Nós podemos ter uma produção até cerca de 50 anos de idade da árvore, conforme o manejo”, detalhou a agricultora Heloísa Pinto César.

“Os preços estão extremamente compensadores no mercado interno. Isso é reflexo do mercado externo. A borracha natural tem seus preços determinados pela lei da oferta e da procura. Para se ter uma ideia, no último ano esses preços subiram 60%. Eram comercializados a US$ 3,2 mil a tonelada. Hoje, estão sendo comercializados a seis mil dólares a tonelada”, comparou Jason Figueiredo, diretor da Associação Paulista dos Produtores e Beneficiadores de Borracha.
Fonte: Globo Rural
 
 
 
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